domingo, 13 de janeiro de 2013

O caminho no deserto

Dando continuidade a série de estudos "MOISÈS - Uma História que nos leva a um novo nível de relacionamento com Deus", segue a lição de 13/01: "O caminho do Deserto", escrita por Marcus Vinícius, membro do Conselho de Ensino da ORLASG.



Introdução:


     Nesta segunda aula sobre Moisés, vamos refletir um pouco sobre o chamado de Moisés, o aprendizado e a obra desafiadora, utilizaremos o texto base de Êxodo 3 e 4 para aprofundarmos no conhecimento da nossa proposta.

     O tema “O caminho no deserto” foi dividido em três importantes partes:
·

· Sarça, Deus chamando a atenção;
· A escola da auto-descoberta;
· A missão e seus desafios.




   Sarça, Deus chamando a atenção:

Deus usa do sobrenatural com Moisés para chamar a sua atenção. Perceba que ao ver que a Sarça não se consumia (Ex. 3.2), houve um despertamento em Moisés para constatar o que acontecia ali, interessante frisar que ao chamar Moisés pelo nome, não houve dúvida no coração de Moisés, ele sabia que algo sobrenatural estava acontecendo e estava disposto a entender o porquê daquela visão.

     De que maneiras hoje Deus tem chamado sua atenção? Você tem se apercebido disto?

     Se sim, de que forma tem se apresentado ao Senhor (Deus diz a Moisés que para se achegar a sua presença não pode ser de qualquer jeito, ele precisa retirar a sandália pois aquele lugar é santo).

A escola da auto-descoberta:

     Moisés recebe instruções divinas para fazer o que Deus espera que ele realmente faça, mesmo assim Moisés se diz inapto, incapaz de realizar aquilo que Deus quer que ele realize. Percebemos aqui mediante a irritação divina, que Moisés tentou de todas as formas se esquivar daquela missão proposta por Deus, diversas desculpas  fizeram com que Deus mesmo depois de dizer o que queria e ensinar o que Moisés deveria fazer, pudesse dividir a responsabilidade com o seu irmão Arão, porém, Deus deixa muito claro em Ex. 4.16 que o responsável em transmitir o que Deus espera é Moisés, e ele iria instruir Arão, pois, Deus seria com Moisés e Arão seria a boca de Moisés para o povo.


· Quantos de nós precisam aprender com Deus, através das escrituras, do ouvir, do viver um relacionamento pessoal intenso com a Pai?
· Quantos de nós precisam deixar de dar qualquer tipo de desculpa esfarrapada para não fazer a obra proposta por Deus?
· Precisamos entender que é comigo e com você e não com o outro.


A missão e seus desafios:

     Qual o seu chamado? Qual o seu ministério? Pra quê Deus te chamou a divina luz? Ficar em um banco de Igreja, deixando o tempo passar, almas necessitando de Deus, vivendo sem Deus ou melhor, sobrevivendo sem Deus, morrendo sem Deus e após a missão proposta você ainda continua inerte? 
     Apesar de Moisés colocar vários empecilhos para fazer a obra proposta por Deus para sua vida, ele chega para seu sogro Jetro e diz:  “Eu irei agora, e tornarei a meus irmãos, que estão no Egito, para ver se ainda vivem. Disse, pois, Jetro a Moisés: Vai em paz. 
     Êxodo 4:18”. Ainda existia no coração de Moisés a dúvida, dúvida sobre sua capacidade, será que o povo creria? Será que eu tenho condições? Podemos aprender com esta experiência de Moisés que os conflitos internos eles existirão, as preocupações, os medos, porém, devemos também buscar o entendimento que a obra não é nossa, ela é do Senhor, e se ela é do Senhor, ela não vai fracassar, apesar de mim.
Conclusão:

     Nesses dois capítulos de Ex. 3 e 4, aprendemos lições importantes, que se conseguirmos levar para nossa vida diária com o nosso Deus, chegaremos a um nível de relacionamento melhor:

· Deus é Santo, eu não;
· Se Deus me escolheu para uma missão, ele sabe o porquê, ainda que eu não entenda ou não me ache capaz;
· Apesar de mim o que Deus espera que aconteça vai acontecer.


 



 

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