sábado, 27 de abril de 2013

"CONCLUSÃO & BIBLIOGRAFIA"



 Lição a ser ministrada em 26 de maio.


 Quero terminar contando uma história muito interessante que ouvi faz muitos anos.  A história do moço bom e do moço mau.  Conta-se que um adolescente estava em seu quarto compenetrado lendo um romance.  Era um livro muito interessante que contava a história do moço bom e do moço mau.  O moço bom temia a Deus, era um cristão sincero e vivia feliz com sua família.  Era muito amado por todos e profundamente respeitado em sua igreja.  Ele estava noivo e pretendia casar-se brevemente.  Sua noiva e ela já estavam até comprando os móveis para organizar a casa.
     Mas, havia também um moço mau naquela cidade.  Era alguém que não temia a Deus e vivia fazendo coisas erradas.  Ele tinha especial prazer em implicar com o moço bom e humilhá-lo.  Certo dia, o moço mau arranjou uma encrenca com o moço bom e tanto fez que acabou por espancá-lo gravemente.  O moço bom foi levado ao hospital e os médicos o desenganaram.  Lá estava o moço bom no Centro de Tratamento Intensivo e sua família e igreja choravam sua perda iminente.  O moço mau, entretanto, andava pelas ruas rindo-se às escâncaras e zombando pelo que fizera ao moço bom.
     Foi nesse ponto da história que o adolescente ficou indignado.  Não podia entender ou aceitar que o mal estivesse prevalecendo.  Isto não fazia sentido para ele.  Zangado, fechou o livro com força a ponto de desistir da leitura.  Você ainda se lembra de que esta era a história que ele estava lendo num romance em seu quarto.  Você conhece os adolescentes e sabe como eles são inconformados; mas eles também são muito curiosos. E, aquele adolescente teve a idéia de ir até a última página do livro só para ver como terminava a história.  Ficou muito entusiasmado ao constatar que no final da história o autor do romance relatava que o moço bom fora milagrosamente curado, havia se casado e continuava servindo a Deus com muito fervor.  O moço mau, porém, estava na prisão e chorava amargamente seus cries e crueldades.
     Consolado com este final da história o adolescente sozinho em seu quarto acha que vale a pena ler o romance todo.  Volta às páginas do meio onde se encontrava antes.  E, lá está o moço bom no hospital, desenganado pelos médicos, a noiva em prantos, a família e a igreja desoladas.  O moço mau, porém, andava pelas ruas rindo-se às escâncaras e zombando pelo que fizera ao moço bom.  Eis quando aquele adolescente, sozinho em seu quarto (você sabe como eles são espirituosos e espontâneos!), aponta para a página do livro que está diante dos seus olhos, e, como se falasse com o moço mau diz desafiadora e triunfalmente: “Se você soubesse o que já se, você não estaria rindo á desse jeito!”.
     Esta é a nossa condição: nós já lemos a última página.  Nós sabemos como a história vai terminar.  Às vezes temos a impressão de que o mal está vencendo o bem, mas nós sabemos que o mau não pode vencer o bom.  Seja do ponto de vista teológico, ou moral, ou filosófico, o bem está vocacionado a vencer o mal. Esta é a certeza que o Apocalipse nos traz.  O bem vai vencer. O mal será derrotado cabalmente. A vitória é de Jesus e de Sua igreja.  Não temos o que temer.
     Há um quadro pintado pelo famoso artista holandês Rembrandt sobre a crucificação do Senhor Jesus.  Ao pé da cruz, ele coloca as mulheres, a mãe do Salvador e ainda alguns de seus discípulos.  No meio deles, ainda sob a cruz, Rembrandt pinta o seu próprio rosto.  Todos os outros têm nos seus rostos o semblante triste pelo episódio da cruz; Rembrandt, ao contrário, esboça um sorriso na face.  Qual a explicação? Rembrandt já sabe de algo que os outros não sabiam: o Senhor ressuscitou ao terceiro dia!
     Quando abrimos o livro de Apocalipse somos consolados pela revelação de que a vitória final de Cristo e de Sua Igreja já está garantida.  Esta é a tônica de todo o último livro das Sagradas Escrituras.  Confira o que diz Apocalipse 4.1-11.  Nos capítulos 2 e 3 o Senhor envia cartas às sete igrejas da Ásia e, entre outras coisas, as consola a respeito da perseguição que estavam enfrentando de parte do império romano.
     O apostolo João está exilado na Ilha de Patmos e o seu coração de pastor está ferido porque a igreja está sendo tão afligida pelos inimigos de Deus.  Então, o capítulo 4 se abre com algo maravilhoso: Deus faz um convite a João para ver as coisas que depois daquelas haveriam de acontecer.  Ele é arrebatado em espírito e se vê na presença do Senhor.  Eis o que ele vê: “um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono” (vs 2).
     Esta é uma visão consoladora.  Esta é uma visão que traz esperança.  Deus está no trono.  Ele reina e governa.  Ele tem toda a autoridade em Suas poderosas mãos.  Ele tem todo o controle da história.  Nada pode nos acontecer sem que Ele o permita.  Isto é magnífico.  E, é sob estas certezas que a igreja continua vivendo, sobrevivendo e testemunhando no mundo.  Desejo que cada missionário ou missionária ao redor do mundo seja dominado permanentemente por esta certeza inabalável em seu coração.
     Cabe à igreja do Senhor Jesus fazer diferença no mundo e na sociedade.  Somos o “sal da terra e a luz do mundo” e nossa presença tem de ser relevante.  Não importam as oposições e dificuldades.  A última página da história já está escrita e ninguém pode mudá-la.  No poder do Espírito Santo, a igreja vai marchar como um rolo compressor sobre o reino das trevas e esmagar todas as hostes espirituais da maldade que se opõem ao senhorio de Cristo.
     Nossa missão é cativar pessoas para Deus pela graça maravilhosa de Jesus.  E, os principados e potestades do mal não poderão impedir essa avalanche de Deus que vai libertando pessoas e trazendo-as ao doce senhorio de Cristo.  Há uma certeza que sempre anima o meu coração quanto prego o evangelho de Jesus: um dia destes, nós  vamos  alcançar  e  contagiar  o  mundo inteiro com a nossa mensagem, estila de vida e pregação; um dia deste nós vamos pintar o mapa do mundo inteiro com as cores do evangelho do Senhor Jesus Cristo.


BIBLIOGRAFIA

· Anderson, Neil T. / Quebrando Correntes – como vencer a Guerra Espiritual / Trad. Oswaldo Ramos/ Mundo Cristão, São Paulo, 1994;
· Boyd, Gregory / God at War / Inter Vasity Press;
· Larry Lea / As Armas da Sua Guerra / Vida;
· Bob Larson / Satanismo / Vida;
· Frank e Ida Mae Hammond / Porcos da Sala / Unilit;
· Caio Fábio / Batalha Espiritual / Vinde;
· R. Arthur Mathews / Nascido Para a Batalha / Vida;
· Mark Bubeck / Reavivamento Satânico / Mundo Cristão;
· Mark Bubeck / Vencer o Adversário / Mundo Cristão;
· Robert C. Linthicum / Cidade de Deus, Cidade de Satanás / Missão;
· Ricardo Gondim / Os Santos em Guerra / Abba Press, São Paulo, 1993;
· Sammy Tippit / Preparados Para a Batalha / Juerp, Rio de Janeiro;
· Vários Autores / Maturidade Cristã / JMNCBB, Rio de Janeiro, 1989;
· Ray C. Stedman / Batalha Espiritual / Trad. João Bentes / Abba Press, São Paulo, 1993;
· Opal Reddin (Organizador) / Confronto de Poderes / Trad. Wilson Villanova / Vida, São Paulo, 1996;
· Robert Lee / Cuidado Com o Inimigo / Trad. Oswaldo Ramos / Vida, São Paulo, 1995;
· Dean Sherman e Bill Payne / Batalha Espiritual Para Todo Cristão / Trad. Myrian Thalita Lins / Betânia, Venda Nova, 1993;
· Dave Hunt, T. A. McMahon / A Sedução do Cristianismo – discernimento espiritual nos últimos dias / Trad. Carlos Osvaldo Pinto / Chamada da Meia-Noite / Porto Alegre.

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